Translate

Pesquisar neste blogue

[Opinião] Para as Gerações Futuras - Simone Veil

                               


      



Título: Para as Gerações Futuras

Série: -

Autor: Simone Veil

Data de Leitura: 15/05/2026 ⮞ 26/05/2026

Classificação: 


Sinopse

A última grande e importante lição de Veil nunca antes publicada em Portugal.


Para as Gerações Futuras é uma comovente carta deixada aos jovens por Simone Veil, uma das figuras mais importantes da política europeia e uma das suas grandes consciências. Um texto, até agora inédito, criado com base numa palestra que deu aos seus alunos da Rua d’Ulm, em abril de, e que condensa a lucidez e coragem da sua autora, enquanto mulher e sobrevivente do Holocausto, entre tantos outros aspetos que definiram esta que é uma das personalidades mais relevantes do século XX.


Nas suas páginas são evocadas a deportação da sua família, a memória do Holocausto e a urgência da sua transmissão às gerações futuras. A autora reflete sobre o destino das crianças escondidas, a importância da reconciliação e construção europeia e o papel da educação, da juventude e até da ficção na preservação viva das tragédias do passado.


Mais do que um testemunho ou manifesto, este livro é um apelo à responsabilidade, à vigilância democrática e à esperança. Uma mensagem clara e humanista que apela às gerações futuras a enorme importância das memórias na construção de um mundo mais justo e unido.



Minha review no GoodReads


Simone Veil 1927-2017


Sobrevivente do Holocausto | Primeira Mulher a presidir o Parlamento Europeu | Ministra da Saúde no governo Chirac | Mãe da lei que legalizou o aborto em França em 1974 | Icone da luta feminista.



São marcos importantes na minha vida. Posso esquecer muitas coisas, mas não essas datas. Elas permanecem gravadas no mais profundo do meu ser, como a tatuagem do número 78651 na pele do meu braço esquerdo. Para todo o sempre, serão as marcas indeléveis do que vivi.


Simone Veil , em Abril de 2005, falou aos estudantes na École Normale Normale Supérieure, em Paris.

Pela recusa em esquecer. Pelo dever de lembrar.

Vale a pena ler!