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[Opinião] As Sete Irmãs: A Irmã da Tempestade - Lucinda Riley

                                  


    


Título: A Irmã da Tempestade

Série: The Seven Sisters #2

Autor: Lucinda Riley

Data de Leitura: 01/03/2026 ⮞ 18/03/2026

Classificação: 


Sinopse

Se procura uma série envolvente e viciante, na qual a trama familiar é o ponto de partida para momentos épicos em vários lugares e épocas, tem o livro perfeito nas mãos. Prepare-se para viver amores impossíveis, sonhos sem limites e surpresas impressionantes.

Velejadora imparável, Ally D’Aplièse prepara-se para entrar numa das mais difíceis competições do mundo quando recebe a notícia da morte do pai. De regresso a casa, reunida com as suas cinco irmãs, a descoberta de que Pa Salt, nome carinhoso pelo qual tratavam o pai, deixou às ­filhas adotivas pistas sobre as suas origens faz Ally sentir o choque de forma ainda mais intensa. Apesar de estar a viver uma grande paixão, a perda do pai e a pista que ele lhe deixou fazem-na partir em busca da sua verdadeira história.

E é na gelada e belíssima Noruega que Ally descobre que o seu passado está ligado ao de uma jovem e desconhecida cantora, Anna Landvik, que viveu naquele país há mais de cem anos, onde participou na estreia de uma famosíssima obra do grande compositor Edvard Grieg. Quanto mais sabe sobre a vida de Anna, mais dúvidas Ally tem sobre quem era realmente o seu pai adotivo. E subsiste a maior das dúvidas: que razão há para a sétima das irmãs estar desaparecida?


Minha review no GoodReads


O ponto de partida de As Sete Irmãs está na mitologia grega. As Plêiades, filhas de Atlas, eram sete irmãs que acabaram transformadas em estrelas. Lucinda Riley pega neste mito antigo e usa-o como pano de fundo para uma série onde o passado nunca está verdadeiramente encerrado e onde a procura pela origem se transforma numa forma de autoconhecimento.


Neste segundo volume conhecemos Ally, a segunda irmã, cuja história ecoa a figura de Alcíone. Segundo Ovídio, Alcíone era filha de Éolo, deus dos ventos, e casou com Ceix. Eram inseparáveis até ao momento em que ele parte por mar, contra todos os avisos. A tempestade chega, o navio não resiste e ele morre, deixando-a entregue à dor.


Olha: reconheces-me,

mas, em vez do marido, encontrarás o espectro do marido.

De nada me valeram, Alcíone, as tuas preces aos deuses:

estou morto. Não me prometas a ti, iludindo-te a ti própria.

No mar Egeu, o Austro carregado de nuvens surpreendeu

o navio e, sacudindo-o com colossais rajadas, destroçou-o.

As ondas encheram-me a boca a gritar em vão o teu nome.


É impossível não ver ecos desta tragédia na vida de Ally. A perda, o mar, a ideia de amor interrompido — tudo isso atravessa a narrativa e dá-lhe uma carga emocional mais forte do que no primeiro livro.


Confesso que gostei mais deste volume. Senti a história mais coesa, mais envolvente e até mais original. As personagens parecem-me melhor construídas, com mais densidade e menos sensação de servirem apenas de ponte para o passado.


E depois há toda a parte que me conquistou mesmo: a componente musical e histórica. Dei por mim a ir pesquisar Edvard Grieg, a imaginar Leipzig



a perder-me nas paisagens de Bergen



e a revisitar Peer Gynt, de Henrik Ibsen




Senti muito mais aquele prazer de leitura que se prolonga para fora do livro, quando vamos atrás das referências e queremos saber mais.


A história do passado continua a ter um grande peso, mas aqui não me incomodou tanto. Talvez porque está melhor integrada, talvez porque emocionalmente funciona melhor, ou talvez simplesmente porque me agarrou mais.


Ally também me parece uma protagonista mais forte do que Maia, mais activa, mais intensa, mais presente na sua própria história. E isso faz diferença.


No fim, este é um daqueles livros que se lê com gosto e que deixa vontade de continuar. Não é alta literatura, mas também não precisa de ser.


Amores, perdas, música e viagens pelo mundo e pelo passado, com tempestades suficientes para nos partir um bocadinho o coração… e deixar-nos, ainda assim, a querer mais.

[Lido] Auto da Barca do Inferno - Gil Vicente

                                


      


Título: Auto da Barca do Inferno

Série: -

Autor: Gil Vicente

Data de Leitura: 1980-1989

Classificação: 


Sinopse

Trata-se de uma alegoria dramática: duas são as barcas em que os personagens podem subir - a do Inferno, munida do Diabo; e a da Glória, encabeçada pelo Anjo. Em cena, é realizado o auto do julgamento das almas, e a maior parte delas segue na primeira barca. Entre os "réus", um agiota, um sapateiro rico, um tolo, uma alcoviteira, um usurário, quatro cavaleiros e um frade corrupto, além de outros representantes da humanidade. Muito mais do que uma sátira da sociedade lisboeta em princípios do século 16, mais do que uma farsa ou um auto de moralidade (embora também o seja), "Auto da Barca do Inferno" é um bem-humorado arrazoado dos vícios que corroem o mundo e uma crítica – infelizmente ainda válida – à organização da sociedade dos homens.


Gil Vicente é considerado o primeiro dramaturgo da língua portuguesa.


Minha review no GoodReads


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[Lido] O Homem Sem Nome - Evan Hunter

                                       



Título: O Homem sem Nome

Série: -

Autor: Evan Hunter

Data de Leitura: 1980-1989

Classificação: -


Sinopse

Nascer do sol no Central Park. Um homem acorda num banco do parque sem fazer ideia de quem é ou de como foi parar ali. As únicas pistas sobre a sua identidade são o anel de ouro com a inscrição «De G.V.» que usa na mão direita e a agenda preta com um único número de telefone que encontra no bolso do casaco. Sem nome, o homem retira um de um camião de cerveja que passa e de um avião que sobrevoa o local — Buddwing, decide chamar-se a si próprio.


Durante as 24 horas seguintes, Buddwing percorre Manhattan na esperança de redescobrir a sua vida perdida. Mas, por mais que procure ou com quem fale, o passado continua a ser uma confusão de memórias desconexas. Um nome-chave, no entanto, ecoa pelos corredores obscuros da sua mente: Grace.


Infelizmente, não há «Grace» por encontrar nesta cidade em expansão. Desde a bela e jovem estudante universitária que o leva ao apartamento em Greenwich Village, passando pelo marinheiro bêbado em licença que lhe proporciona momentos loucos em Chinatown, até à loira rica e desiludida que o reivindica como um prémio de caça ao tesouro, ninguém com quem Buddwing se cruza tem as respostas que ele procura. Cansado e desesperado, ele teme que a vida que esqueceu seja demasiado terrível para recordar. Mas mesmo a memória mais dolorosa tem de ser melhor do que o vazio de não saber. Ou será que não?


Um retrato vívido e caleidoscópico da cidade de Nova Iorque dos anos 50 e um «exercício fascinante sobre o funcionamento da psique»


Minha review no GoodReads


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[Lido] A Noite dos Generais - Hans Hellmut Kirst

                                        



Título: A Noite dos Generais 

Série: -

Autor: Hans Hellmut Kirst

Data de Leitura: 1980-1989

Classificação: -


Sinopse

Uma prostituta polaca é assassinada em Varsóvia, em 1942. Os possíveis suspeitos são reduzidos a três generais alemães, mas a investigação acaba por não dar em nada. Um crime semelhante ocorre em Paris em 1944, quando os três generais se reúnem mais uma vez — mas, mais uma vez, as investigações são interrompidas pela famosa «noite dos generais» — o golpe contra Hitler. Depois, em 1956, ocorre um terceiro homicídio em Dresden. Desta vez, o assassino tem de ser apanhado...


Minha review no GoodReads

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[Lido] Tudo tem um preço - Hans Hellmut Kirst

                                        


 

Título: Tudo tem um preço

Série: -

Autor: Hans Hellmut Kirst

Data de Leitura: 1980-1989

Classificação: -


Sinopse

Na fase final da Segunda Guerra Mundial, logo após a terrível derrota em Estalinegrado, também na pequena cidade alemã de Lieblingen circulava o ditado cínico: «Vamos aproveitar a guerra — a paz vai ser terrível.»


Minha review no GoodReads


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[Lido] Sorge, o espião do século - Hans Hellmut Kirst

                                 


      


Título: Sorge, o espião do século

Série: -

Autor: Hans Hellmut Kirst

Data de Leitura: 1980-1989

Classificação: -


Sinopse



Minha review no GoodReads


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[Lido] A Felicidade não se compra - Hans Hellmut Kirst

                                       





Título: A Felicidade não se compra

Série: -

Autor: Hans Hellmut Kirst

Data de Leitura: 1980-1989

Classificação: -


Sinopse

O tema deste romance, não versa a política, nem a guerra, mas trata de uma pequena e divertida «guerra civil». Não se passa nas casernas, nem nos acampamentos, mas na cidade moderna, com os seus escritórios e o âmbito privado em que o homem actual vive. Kirst não nos fala de factos importantes relacionados com política.


Minha review no GoodReads


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