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[Opinião] Tu Mataste-me Primeiro - Sandra May

                                  


    

Título: Tu Mataste-me Primeiro

Série: -

Autor: Sandra May

Data de Leitura: 12/05/2026 ⮞ 17/05/2026

Classificação: 


Sinopse


Há três coisas que precisam de saber sobre mim.

Primeiro, o meu nome é Serena Humble.

Segundo, matei o meu marido.

Terceiro, voltaria a fazê-lo.


Na verdade, devia tê-lo feito mais cedo. Enoja-me continuar a amar as nossas memórias. Repugna-me ter-lhe entregado o meu corpo e a minha alma durante tanto tempo. Pelo menos, o seu corpo agora é meu. Quanto à sua alma… deixarei que o diabo se entretenha com ela. Matei-o, sim. E daria tudo para voltar atrás no tempo e reviver aquele momento delicioso. Lamento apenas ter permitido que ele me matasse primeiro.


Um thriller psicológico que não vai querer largar desde a primeira página, Tu Mataste-me Primeiro, de Sandra May, esconde reviravoltas quando o leitor julga já saber tudo. Mergulhe na mente retorcida de Serena Humble e descubra, através do interrogatório da implacável detetive Darcy Cox, se ela é culpada… ou apenas mais uma vítima.


Minha review no GoodReads


A escolha deste trimestre para o #incunabulos @mastodon recaiu sobre a obra Tu Mataste-me Primeiro, de Sandra May. Nunca tinha ouvido falar da autora. Pelo que encontrei na internet, é conhecida como “a escritora da bicicleta”, depois de percorrer a mítica EN2 a promover um dos seus livros, uma comédia romântica de seu nome Ainda Não é Desta.

É uma jovem autora que se estreou nos thrillers e que, claramente, fez o trabalho de casa no que toca a tentar preencher todos os requisitos do género. Virou o seu primeiro frango, e terá certamente muitos frangos para virar até se afirmar como uma voz consistente.


Tu Mataste-me Primeiro parte de uma premissa forte. Serena Humble confessa logo nas primeiras páginas que matou o marido


– Eu matei-o.

 

e que voltaria a fazê-lo. Porquê?

 

– O que foi que ele lhe fez, Serena?

– Ele matou-me.


A história desenvolve-se através do interrogatório conduzido pela detective Darcy Cox, enquanto vamos percebendo o que aconteceu naquele casamento de vinte anos.

O problema é que a premissa acaba por ser mais interessante do que a execução.

Para mim, isto de thriller não tem muito. Nunca senti tensão psicológica, nem intensidade, nem desconforto constante, nem aquela sensação de receio de virar a página. Há alguma manipulação emocional e psicológica, mas para mim não chega.

Grande parte do livro é a “conversa” entre Darcy Cox e Serena Humble. Achei a dinâmica entre as duas muito pouco credível. Serena assume constantemente uma postura arrogante e provocadora perante a detective, mas Darcy quase nunca oferece verdadeira resistência intelectual ou emocional.

Também não ajuda o facto de as personagens serem pouco consistentes e pouco complexas. Serena passa boa parte do livro a reafirmar o quão sarcástica é, algo que uma boa caracterização deveria conseguir transmitir sem precisar de o verbalizar repetidamente. Falta profundidade emocional, contradição interna, evolução. Num livro com tão poucas personagens, isso torna-se ainda mais evidente.

Outro aspecto que me deixou desapontada foi o cenário. A história passa-se em Boston, mas tirando a referência à maratona, podia acontecer Lisboa, Istambul ou Bangalore. Não existe ambiente, identidade ou sensação de lugar. A cidade nunca ganha vida e isso torna tudo muito impessoal.

A única cena com potencial dramático é a que se passa no restaurante, mas afinal não passa de um delírio. 

O final foi frustrante. Depois de muitas páginas a construir o mistério e a tentar montar as peças da relação entre Serena e Josh, os motivos reais para cometer o crime, a forma como ela concebeu e executou o plano para dar cabo dele, a história dá uma guinada que acaba por enfraquecer tudo o que vinha antes. Pareceu-me uma solução encontrada às três pancadas, e a inclusão do diário da Serena achei completamente desnecessária.

No fim, fiquei com a sensação de que li um livro muito preocupado em parecer intenso, sombrio e perturbador, mas sem conseguir realmente sê-lo.

[Opinião] A Mulher dos Olhos de Gelo - Chrysanthème

                             


          


Título: A Mulher dos Olhos de Gelo

Série: -

Autor: Chrysanthème

Data de Leitura: 08/05/2026 ⮞ 12/05/2026

Classificação: 


Sinopse

A Mulher dos Olhos de Gelo   , uma obra intrigante de Chrysanthème, pseudônimo da escritora brasileira Cecilia Moncorvo Bandeira de Mello Rebello de Vasconcellos.  

A trama gira em torno de um crime um feminicídio. A narrativa não se limita ao ato violento, aprofunda-se nas motivações psicológicas e nos distúrbios mentais. Chrysanthème cria uma atmosfera de suspense, compõe personagens complexos e mentalmente perturbados, oferecendo ao leitor uma oportunidade de análise das consequências de ações passadas e das influências de crenças religiosas na psique humana.  

Esta reedição, baseada na 1⁠ª edição do livro, publicada em 1935, teve a ortografia atualizada e conta com notas explicativas para termos e palavras fora de uso. 


Minha review no GoodReads


Maria Cecília Moncorvo Bandeira de Melo Rebelo de Vasconcelos (1869-1948) é uma escritora brasileira do século XX, mais conhecida pelo seu pseudónimo Chrysanthème - personagem submissa do romance Madame Chrysanthème, do francês Pierre Loti.

Escreveu para importantes jornais e revistas de sua época entre eles O Paiz - onde ocupou a antiga coluna de Machado de Assis - Diário de Notícias, Correio Paulistano, O Cruzeiro e A Imprensa, tendo mais de 15 livros publicados (romances históricos e biográficos, peças teatrais, ensaios críticos e contos infantis), porém caiu no esquecimento e, por isso, hoje em dia é pouco conhecida e as suas obras são pouco lidas.





A Mulher dos Olhos de Gelo lê-se rápido.


À primeira vista, parece simples. Maurício, capitão do Exército, matou a mulher, Helena, e encontra-se preso na Casa da Correção. Depois de receber a visita do amigo Jorge, que quer saber o que realmente aconteceu, decide escrever um relato onde tenta explicar e justificar o crime.


Como matei minha mulher?


É precisamente neste relato que Chrysanthème constrói a desconstrução do discurso do criminoso.

Maurício matou Helena, mas passa toda a narrativa a tentar convencer-nos de que a culpa também era dela. Apresenta-se como um homem atormentado, emocionalmente instável, vítima de um casamento infeliz e incapaz de controlar os próprios impulsos. O seu discurso procura constantemente a nossa simpatia, recorrendo ao velho argumento do “crime passional”, essa ideia absurda de que o amor, o ciúme, a humilhação ou o sofrimento masculino podem servir de atenuante para a violência.

Helena está morta, mas continua o julgamento.

E todo este discurso encontra eco social. A sociedade da época, e muitas vezes ainda a actual, tende a procurar justificações para a violência masculina. Ciúmes, paixão, humilhação, descontrolo emocional, são tudo motivos para justificar um “crime passional”. Helena, a mulher assassinada acaba julgada mesmo depois de morta.

Maurício acaba por beneficiar dessa mesma lógica social. Depois de voltar a ser julgado, consegue recuperar a liberdade e recomeçar a vida ao lado de um novo amor.


Um livro pequenino, mas com muitos temas: femicídio, fanatismo religioso, violência contra homossexuais, abandono prisional, transtornos mentais…em 1935.

[Opinião] A Correspondente - Virginia Evans

                                


      

Título: A Correspondente

Série: -

Autor: Virgina Evans

Data de Leitura: 02/05/2026 ⮞ 10/05/2026

Classificação: 


Sinopse

Sybil Van Antwerp sempre usou cartas para dar sentido ao mundo e ao seu lugar nele. Aos 70 anos, esta advogada aposentada dedica as suas manhãs a corresponder-se com família, amigos, vizinhos, antigos colegas e até com os seus autores preferidos. Teimosa, ranzinza, excessivamente opinativa e, ainda assim, imensamente cativante, Sybil partilha as suas reflexões sobre tudo: do casamento à maternidade, da amizade à perda, do luto ao envelhecimento.

Através das suas cartas, conhecemos o mundo fascinante de Sybil e as personagens que o habitam. Mas há uma carta que ela escreve há anos e que nunca teve coragem de enviar.

Sybil espera que o seu mundo continue como sempre foi. Contudo, quando cartas de alguém do seu passado a forçam a examinar um dos períodos mais dolorosos da sua vida, ela percebe que não pode mais adiar o inevitável. Para seguir em frente, terá de encontrar no seu coração a força para perdoar e, finalmente, enviar a carta mais difícil da sua vida.

Uma história comovente e agridoce sobre o poder transformador da palavra escrita e a beleza de abrandar para nos reconectarmos com as pessoas que amamos. Sybil é uma personagem que permanecerá consigo muito depois de pousar as suas cartas.



Minha review no GoodReads


Na segunda, por volta das dez, dez e meia, Sybil Van Antwerp senta-se outra vez à secretária. É a correspondência que define a sua forma de vida.


É um romance epistolar, contado através de cartas, postais e emails, centrado em Sybil Van Antwerp, uma mulher de 73 anos, advogada reformada, que passou a vida a tentar compreender o mundo escrevendo cartas a amigos, familiares, escritores e até pessoas com quem nunca se cruzou na vida.


Talvez a maioria daqueles que por aqui andam não saiba o que é escrever e receber cartas, ou melhor, manter correspondência com familiares, amigos ou até com pessoas que talvez nunca tenhamos visto ou com quem apenas estivemos uma única vez na vida. Hoje temos grupos de WhatsApp, mensagens instantâneas e redes sociais para manter contacto. Na minha infância e adolescência eram as cartas que mantinham vivas muitas dessas ligações. 

Cresci numa altura em que muitas amizades sobreviviam graças às cartas trocadas durante os anos de escola e em que enviar um postal nas férias era quase um ritual. Mas não era só em papel que nos aproximávamos de quem estava longe. Aos amigos que, por qualquer razão, mudavam para lugares distantes, enviávamos, e também recebíamos cassetes áudio (sim, pesquisem) com longas conversas gravadas, pequenos relatos do dia-a-dia e desabafos que hoje talvez fossem mensagens de segundos enviadas pelo telemóvel.

Ainda conservo muita da correspondência que recebi ao longo da vida. De vez em quando volto a abrir algumas dessas cartas e encontro nelas muito mais do que memória. Reencontro vozes, afectos, versões antigas de quem fui e pessoas que o tempo levou ou afastou. Como se durante alguns instantes fosse possível recuperar aquilo que julgamos perdido.

A tecnologia veio mudar muita coisa. Hoje tudo é mais rápido, mais simples e imediato, mas perdeu-se alguma da intimidade que existia na espera de uma carta, no reconhecimento de uma caligrafia ou na emoção de receber um postal vindo do outro lado do mundo.

Talvez por isso A Correspondente me tenha tocado tanto. Havia qualquer coisa de especial naquela espera, na expectativa de reconhecer uma letra no envelope ou de finalmente receber notícias de alguém distante.


Ao longo do romance, Virginia Evans vai espalhando referências literárias que ajudam a compor o universo emocional e intelectual de Sybil. Como gosto sempre de seguir os rastos deixados pelos livros, deixo abaixo a lista de autores e obras mencionados:


State of Wonder – Ann Patchett

Bel Canto – Ann Patchett

Run – Ann Patchett

H. G. Wells

Destinos Entrelaçados - Abraham Verghese

Um Crime no Expresso Oriente – Agatha Christie

Crossing to Safety - Wallace Stegner

Noites Azuis – Joan Didion

Mary Poppins – P. L. Travers

Versículos Satânicos - Salman Rushdie

Nunca Me Deixes - Kazuo Ishiguro

Ulisses - Joyce

Nunca Me Deixes - Kazuo Ishiguro

Os Despojos do Dia - Kazuo Ishiguro

The Orphan Master’s Son - Adam Johnson

84 Charing Cross Road - Helene Hanff

Viagens com o Charley - Steinbeck

Trilogia Espacial - C. S. Lewis 

Série da Fundação - Isaac Asimov 

Crónicas de Nárnia - C. S. Lewis 

O Senhor dos Anéis – J. R. R. Tolkien 

O Imperador de todos os males - Siddhartha Mukherjee

Rebecca - Daphne du Maurier

O Ano do Pensamento Mágico – Joan Didion

Inferno - Dan Brown

A Casa Redonda - Louise Erdrich

Outlander –Nas Asas do Tempo – Diana Gabaldon

Stoner - John Williams

The World Below, da Sue Miller

Rumo ao Farol, da Virginia Woolf

O Monte dos Vendavais - Emily Brontë

Eavan Boland

John McGahern

Yeats

Beckett

Amongst Women - John McGahern

Olhar o Nascer do Sol – John McGahern

The Stories - William Trevor

Philip Roth

Orgulho e Preconceito - Jane Austen

Lonesome Dove - Larry McMurtry

The White Album – Joan Didion

Os Homens que Odeiam as Mulheres - Stieg Larsson

[Opinião] Uma Hora de Vida - M.J. Arlidge

                                


      





Título: Uma Hora de Vida

Série: Helen Grace #9

Autor: M.J. Arlidge

Data de Leitura: 27/04/2026 ⮞ 07/05/2026

Classificação: 


Sinopse

O que faria se recebesse uma chamada a dizer:

«Tens uma hora de vida»?


Estas são as únicas palavras recebidas num ameaçador telefonema. A seguir, desligam. Certamente que só pode ser uma brincadeira… Um engano? Um número errado? Qualquer coisa menos a verdade arrepiante… Que alguém está a observar, à espera, a trabalhar para roubar uma vida no espaço de uma hora. Mas porquê?


A tarefa de o descobrir recai sobre a inspetora Helen Grace: uma mulher com um histórico de caça a assassinos. No entanto, este é um caso em que o homicida parece estar sempre um passo à frente da polícia e das vítimas. Sem motivo, sem pistas e sem dicas — nada além de puro medo —, uma hora pode parecer durar uma vida inteira…


Minha review no GoodReads


Helen Grace tem o dedo podre para gajos, e Joseph Hudson não é excepção. Ainda bem!, não estava preparada para ver a badass girl a sucumbir ao amor.


Desta vez, os crimes são cometidos depois de as vítimas receberem um telefonema.





A traição daqueles em quem confiamos dói. E foi isso que me levou a descobrir quem era o assassino.


[Lido] Um Gladiador só Morre Uma Vez - Steven Saylor

                                     




Título: Um Gladiador só Morre Uma Vez

Série: Roma Sub Rosa #11

Autor: Steven Saylor

Data de Leitura: 2000-2010

Classificação: 


Sinopse

Gordiano, o Descobridor, detective da Roma antiga, foi apresentado ao público num romance intitulado Sangue Romano, publicado em 1991. Ao longo dos oito romances e dos dezoito contos da série Roma sub-rosa que se seguiram, Gordiano avançou dos trinta para os sessenta anos de idade.

Estas novas aventuras de Gordiano correspondem à fase inicial da brilhante carreira do detective num momento em que a mulher, Bethesda, era ainda sua escrava, e o filho, Eco, um rapazinho mudo, oferecendo aos seus fãs a possibilidade de assistir ao crescimento de importantes relações pessoais e políticas.

Gordiano foi íntimo das mais famosas personagens do seu tempo, incluindo César, Cícero, Marco António, Pompeu, Crasso e Cleópatra. O detective esteve nos bastidores de acontecimentos determinantes da sua época, assistindo às últimas décadas da República Romana e à sua desintegração nas guerras civis, de que acabou por emergir o império dos Césares.

Um Gladiador só Morre Uma Vez transporta-nos às últimas décadas da República Romana, onde este detective de toga aconselha cônsules e senadores, desvenda intrigas políticas, resolve crimes e desmascara complicados esquemas financeiros, num contexto histórico riquíssimo, que inclui um rapto e homicídio durante a revolta de Sertório e a história subjacente à descoberta do túmulo de Arquimedes por Cícero.

O cenário dos intrigantes enigmas em que Gordiano se envolve é o quotidiano fervilhante e perverso da cidade de Roma, reconstituído com rigor e realismo, oferecendo ao leitor pequenos quadros da vida diária da capital de um império que trilhou o caminho civilizacional que ainda hoje percorremos.



Minha review no GoodReads


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[Lido] A Sentença de César - Steven Saylor

                                    


 


Título: A Sentença de César

Série: Roma Sub Rosa #10

Autor: Steven Saylor

Data de Leitura: 2000-2010

Classificação: 


Sinopse

No ano 48 a. C., e depois da sua aventura em Massília, Gordiano regressa à relativa paz da cidade de Roma - relativa porque a guerra civil entre as forças leais a Pompeu e Júlio César continua a minar o futuro do Império romano, com traições macabras e manobras mercenárias. Neste cenário tentador e traiçoeiro, uma jovem vidente, de uma beleza invulgar, atravessa cambaleante as ruas do mercado e vem cair morta nos braços de Gordiano, o Descobridor. Apesar de sofrer um possível estado de loucura e de não possuir qualquer memória do seu próprio passado, Cassandra - alcunha que recebeu em memória da mítica personagem troiana - parecia possuir o verdadeiro Dom da profetização. Pelo poder de antevisão há muito em Roma, capazes de pagar um preço bem alto, ou até mesmo de matar. Cassandra tornara-se confidente de mulheres de ricos e poderosos, até ser vítima de um perigoso assassino. Apesar de estar oficialmente reformado, Gordiano envolve-se emocionalmente e profissionalmente neste mistério, decidindo descobrir quem era Cassandra, e sobretudo quem a quis silenciar para sempre.



Minha review no GoodReads


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[Lido] Névoa de Profecias - Steven Saylor

                                     



Título: Névoa de Profecias

Série: Roma Sub Rosa #9

Autor: Steven Saylor

Data de Leitura: 2000-2010

Classificação: 


Sinopse

No ano 48 a. C., e depois da sua aventura em Massília, Gordiano regressa à relativa paz da cidade de Roma - relativa porque a guerra civil entre as forças leais a Pompeu e Júlio César continua a minar o futuro do Império romano, com traições macabras e manobras mercenárias. Neste cenário tentador e traiçoeiro, uma jovem vidente, de uma beleza invulgar, atravessa cambaleante as ruas do mercado e vem cair morta nos braços de Gordiano, o Descobridor. Apesar de sofrer um possível estado de loucura e de não possuir qualquer memória do seu próprio passado, Cassandra - alcunha que recebeu em memória da mítica personagem troiana - parecia possuir o verdadeiro Dom da profetização. Pelo poder de antevisão há muito em Roma, capazes de pagar um preço bem alto, ou até mesmo de matar. Cassandra tornara-se confidente de mulheres de ricos e poderosos, até ser vítima de um perigoso assassino. Apesar de estar oficialmente reformado, Gordiano envolve-se emocionalmente e profissionalmente neste mistério, decidindo descobrir quem era Cassandra, e sobretudo quem a quis silenciar para sempre.



Minha review no GoodReads


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